"hugo, a obesidade é crónica. é um problema com que o paciente tem de se debater toda a vida; a pessoa pode emagrecer mas o inimigo está lá sempre!" quando, numa das inúmeras consultas que tive com a minha querida médica e, entretanto, amiga Dra Dina Neves, estas palavras me foram proferidas eu estava longe de saber o quão importantes e verdadeiras elas me viriam a ser.
nos finais de 2014, depois de infrutiferamente ter tentado várias formas de perder os trinta quilogramas que tinha em excesso, tive a sorte de ter encontrado o método clínico Pronokal para a perda de peso e de ter podido participar na campanha internacional "Comprometidos Com Um Peso Saudável". foi assim que conheci a Dra Elsa Tristão (nutricionista e convicta implementadora deste método clínico em Portugal) que se interessou pelo meu caso e decidiu ajudar-me a alcançar um peso ideal e uma maior qualidade de vida. assim, logo imediata e excelentemente acompanhado pela Dra Dina Neves, consegui em cerca de seis meses não apenas alcançar mas também superar o objectivo inicial. com este método clínico eu perdi cerca de trinta e três quilogramas, dezenas de centímetros de perímetro abdominal, muita ansiedade e ganhei bem-estar, autoestima, boas práticas e conhecimentos no que à nutrição e alimentação diz respeito e comecei a fazer exercício físico com regularidade. o meu caso foi considerado pela equipa que sempre me seguiu, por mim e por quem viu a minha evolução/transformação um verdadeiro sucesso. sei que fui um incentivo e um exemplo para algumas pessoas que seguiram os meus passos e que, de forma igualmente bem sucedida, alcançaram o seu, graças à Pronokal, o seu peso ideal.
desde muito novo que tenho problemas na coluna vertebral e ao longo do tempo estes foram-se agravando, sobretudo quando comecei a colecionar quilogramas em excesso que me sobrecarregavam o esqueleto. isto sempre me trouxe grande incómodo, dores, desconforto e tristeza. inicialmente, ainda na adolescência, os médicos desvalorizaram a situação, referindo-a como má conduta postural e excesso de peso na mochila, sendo que, um tratamento certo e óbvio foi constantemente sendo protelado. digamos que me fui habituando a conviver com a dor e seguindo, dentro do expectável e possível, a minha vida. desde o final da infância que me tornei rechonchudo, guloso, avesso a actividade física e sedentário. isto fez com que o círculo se tornasse vicioso e que, paradoxalmente, a comida fosse muitas vezes o conforto para um permanente e feroz sofrimento (onde entram a frustração, o bullying, a insegurança, a ansiedade, o isolamento, enfim, todos os lugares comuns que, na verdade, são a inequívoca realidade de quem tem um problema destes).
em 2012 comecei a ser acometido por períodos de grande sofrimento físico: dores constantes na coluna, nas mãos, pés, joelhos, ombros, músculos, articulações, cansaço extremo, entorpecimento dos membros, febres, falta de vitalidade e uma profunda tristeza por ver (e sobretudo SENTIR) o meu corpo a comportar-se muito rápida e gradualmente num impiedoso carrasco. claro que, aqui vem o lugar comum, o conforto mais imediato era encontrado na comida. comecei a tentar perceber o que se passava mas sem grande sucesso; batalhões de análises, sobretudo a indicadores de inflamação do foro reumatológico, a chegarem sempre ao mesmo resultado: inconclusivo. acho que a minha médica de família a certa altura começou a achar que eu era hipocondríaco. dava-me analgésicos, uns anti-inflamatórios, uns ansiolíticos e a coisa, agora já com uma úlcera e uma duodenite, lá foi andando. associava-se algumas vezes estes sintomas ao meu excesso de peso e stress. em 2013 tive de aumentar ainda mais de peso para interpretar o Dâmaso Salcedo no filme "Os Maias" do realizador João Botelho. e foi assim que, em 2014, acabei com cento e cinco quilos e um corpo a gritar-me que já não aguentava muito mais.
enquanto fiz o tratamento para a perda de peso com o Método Clínico Pronokal, além de ter perdido bastante peso e perímetro abdominal, os meus sintomas regrediram. melhorei significativamente, comecei a fazer exercício com regularidade, musculação e pilates, e o meu corpo ofereceu-me um bem-estar e vitalidade que há décadas desconhecia. assim me mantive até 2016. consegui manter o meu peso ideal durante dois anos, com muito discretas oscilações, bons hábitos alimentares, e poucos períodos de dor. contudo, em meados de 2016 a minha saúde decaiu claramente. todos os anteriores sintomas voltaram e agora de forma bastante violenta. cheguei a estar dias sem poder sair de casa por nem sequer conseguir levantar-me da cama e caminhar, dores em todas as moléculas do corpo, um cansaço permanente e aterrador, noites inteiras em claro por força de dores, dormência, e ansiedade. outra vez a montanha russa de médicos, análises e exames. tudo inconclusivo. tudo isto me precipitou para um estado de profunda inquietação, mal-estar, letargia, incapacidade de continuar a praticar actividade física, depressão e desleixo para com a minha alimentação. voltou a comida (sobretudo a má comida) a apresentar-se como um escape.
em 2017 feliz e finalmente passei a ser seguido por uma médica excelente (Dra Sara Cortes) no Instituto Português de Reumatologia e, graças ao seu empenho, à sua tenacidade e experiência comecei a caminhar para aquele que hoje é o meu diagnóstico. a Dra Sara, não sem algum custo, lá me convenceu a submeter-me a um internamento para estudo. em Junho de 2017 estive internado no IPR durante uma semana para estudo e assim, ao fim de cinco anos, chegou-se a uma conclusão; tenho um quadro patológico que combina algumas doenças auto-imunes e que dá pelo lindo nome de Espondiloartrite Psoriática.
agora, felizmente, estou com o diagnóstico concluído, estou a ser medicado há cerca de dez meses, com significativas melhoras, sendo que até a medicação certa na dose certa ser alcançada se passa por um natural processo de tentativa e erro, e sinto-me com as armas necessárias para lutar por uma vida saudável, para recuperar o que consegui e para mandar embora os quinze quilogramas que acumulei, por me ter rendido à depressão, à doença e à dor, durante os últimos dois anos.
sei que sou capaz, sei que estou bem acompanhado, sei que tenho os aliados certos. diz-se que em equipa vencedora não se mexe. por isso mesmo, reunimos a mesma equipa e vamos vencer mais esta batalha. sei com a PronoKal encontro: eficiência, segurança, evidência científica, equipa multidiciplinar, facilidade, acompanhamento permanente e a força para fazer de cada dia mais um passo no compromisso de ter um peso saudável e uma vida sã. aqui vamos nós. a batalha começa em 3... 2... 1... HERE WE GO!
http://www.pronokal.com/por/

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